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quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Lições do Guerreiro Espiritual



O Guerreiro Espiritual


Para um guerreiro espiritual, há três coisas de suprema importância:

A primeira é não perder tempo ou energia com pensamentos e ações destrutivos em relação a outrem. A segunda é não cair na posição de vítima paralisada ou inconsciente, e não alimentar auto-piedade. A terceira é saber atuar como um colaborador da sabedoria universal em todas as situações da vida.

(Kátia Bueno, sobre texto de Carlos Castaneda)

(fonte da imagem: www.youtube.com)


quinta-feira, 22 de março de 2012

Confie Sempre



Confie sempre. Não percas a tua fé entre as sombras do mundo. Ainda que os teus pés estejam sangrando, segue para a frente, erguendo-a por luz celeste, acima de ti mesmo. Crê e trabalha. Esforça-te no bem e espera com paciência. Tudo passa e tudo se renova na terra, mas o que vem do céu permanecerá. De todos os infelizes, os mais desditosos são os que perderam a confiança em Deus e em si mesmo, porque o maior infortúnio é sofrer a privação da fé e prosseguir vivendo. Eleva, pois, o teu olhar e caminha. Luta e serve. Aprende e adianta-te. Brilha a alvorada além da noite. Hoje, é possível que a tempestade te amarfanhe o coração e te atormente o ideal, aguilhoando-te com a aflição ou ameaçando-te com a morte. Não te esqueças, porém, de que amanhã será outro dia.

Chico Xavier

(fonte: www.compreendereevoluir.blogspot.com.br)
(fonte imagem: www.oficinadeoracaodeagualonga.blogspot.com)

quinta-feira, 15 de março de 2012

Os Cinco Reinos da Paz




Nós temos nosso próprio território de paz dentro de nós, que é composto de cinco reinos - nosso corpo, nossos sentimentos, nossas percepções, formações mentais e consciência. Temos que trazer a paz ao nosso corpo e remover seus conflitos, tensão e dor. Existem também muitas tempestades, aflições e dor no reino das nossas emoções. Temos que aprender a trazer a paz para esse território de sentimentos e emoções.

Quando eu olho para minha caneta, eu tenho uma percepção dela. Se minha percepção corresponde à realidade da caneta ou não é uma questão real - porque vivemos com muitas percepções errôneas. Acreditamos que somos os únicos a sofrer, que os outros estão nos fazendo sofrer e que eles não sofrem de jeito nenhum. Este é um tipo de percepção errônea. Se acharmos tempo para inspirar e expirar e encontrar a paz em nós mesmos, poderemos ver que as outras pessoas também sofrem enormemente, assim como nós, e precisam ser ajudadas, não punidas. Por isso a paz não poderá ser possível sem a remoção dos elementos de percepção. Quando nossas percepções nascem da raiva e do medo, elas não podem ser chamadas de percepções corretas. Por sua vez, nossas percepções erradas dão origem ao medo, à raiva e ao desespero, que podem nos levar a cometer atos de violência, punição e morte. Por causa disso, é muito importante praticar a meditação sentada e andando, para podermos trazer paz ao reino das nossas percepções e remover os elementos errôneos.

O quarto reino é aquele das formações mentais, cittasamskara. Uma formação (samskara) é algo que se manifesta quando muitas condições são reunidas. Uma flor é uma formação física - chuva, o sol, a terra, o tempo, o espaço se reuniram para que a flor se manifestasse. Nosso corpo é uma formação fisiológica. Todas as formações são impermanentes e estão em constante mudança. Nosso medo, nossa raiva, nossa discriminação, esperança, alegria e nossa plena consciência são formações mentais. Na tradição budista, identificamos cinqüenta e uma formações mentais. Quando contemplamos nossa mente, não estamos olhando para um espaço claro e vazio, olhamos para as nossas formações mentais.

Por fim, temos o reino da consciência. Temos que voltar ao lar da nossa consciência, porque nossa consciência é o chão de todas as coisas. Nosso corpo, nossos sentimentos, percepções e formações mentais nascem do chão da consciência. Não somente o nosso corpo contém nossa consciência, nossa consciência também contém o nosso corpo.


Livro "Peace Begins Here:
Palestinians and Israelis Listening To Each Other"
Autor: Thich Nhat Hanh
Tradução: Samuel Cavalcante




(fonte imagem: www.elusapaz.blogspot.com)

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

I Ching - Hexagrama 53 - CHIEN


I Ching - Hexagrama 53 - CHIEN - Desenvolvimento (Progresso Gradual)


Uma árvore na montanha se desenvolve devagar, segundo as leis de sua natureza, e assim mantém-se firmemente enraizada. Isto sugere a idéia de um desenvolvimento que avança gradualmente, passo a passo.

(fonte: I Ching - O Livro das Mutações. Prefácio de C. G. Jung. Tradução do chinês para o alemão, introdução e comentários de Richard Wilhelm. Tradução à edição brasileira de Alayde Mutzenbecher e Gustavo Alberto Corrêa Pinto. São Paulo, Pensamento, 1989, p. 164)

***

Desenvolvimento diz respeito ao progresso conquistado nas situações difíceis do nosso destino. Progresso gradual é o meio pelo qual a trajetória desfavorável dos eventos, produzida por atitudes incorretas, pode ser modificada ou revertida. Através do progresso gradual, tanto os grandes como os pequenos problemas da vida podem ser resolvidos.

O progresso e a mudança são necessariamente lentos, porque o crescimento é um processo orgânico. Os processos orgânicos requerem perseverança e fidelidade, uma vez que só são completados pelo trabalho em harmonia com as forças naturais.

(...) O desafio principal é representado pelo tempo. Ficamos com a sensação de que a espera é interminável. Este desafio só pode ser superado pela tenacidade.

(...) Entre os inúmeros atributos discutidos no decorrer do I Ching, a tenacidade é vista como superando todos os assaltos por parte das forças negativas. O eixo da roda, sendo um ponto estacionário ao redor do qual giram os raios, é dado como exemplo de algo capaz de mover cargas pesadas. Assim como as estrelas permanecem em seus lugares, nas respectivas constelações, o Sábio, através da constância, alcança poder definitivo. Constância significa não permitirmos que o ego ou os inferiores nos desloquem do centro de nosso equilíbrio. Isto também significa que não reagimos ao que os outros façam ou deixem de fazer. Conseguimos levar a cabo a tarefa de corrigir nossa própria esfera, porque vemos que, se todos agirem nesse sentido, haverá ordem e justiça na vida, o sofrimento será amenizado. (...)

O esforço em manter a consciência de caráter durante este lento crescimento orgânico permite o desenvolvimento da pessoa, até que ele fique fortemente enraizado, como a árvore. A estatura e tranqüila dignidade da pessoa são um exemplo para todos os que se desenvolvem à sua volta. (...)

(...) Costumamos receber repetidamente este hexagrama quando estamos impacientes, como um sinal para analisarmos o motivo de tal pressa e também impedirmos as pressões do ego, geradoras da impaciência. Se estamos impacientes é porque ainda não chegamos a um acordo com o Destino. Não confiamos no rumo por ele tomado, achamos que estamos presos irremediavelmente num buraco, que não há outro jeito senão forçarmos a situação, agindo à nossa maneira. Nosso ego (coração infantil) prefere fazer alguma coisa a não fazer absolutamente nada. Ser paciente e aceitar é ficar em harmonia com o Destino.

***

O Sábio é aquele (aquela ou alguma coisa) que fala através do I Ching.

Destino é a trajetória dos eventos, até certo ponto provocada por nossas atitudes. Partindo dos fenômenos duais, o Sábio e o Destino levam as coisas a uma conclusão.

Inferiores são impulso corporais e emocionais manifestados freqüentemente como vozes interiores.

(fonte: Carol K. Anthony. O Guia do I Ching. Tradução de Luísa Ibañez. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1990, p.308-310, 375)

(fonte imagem: www.lucimensagens.blogspot.com)

domingo, 3 de julho de 2011

We All Stand Together



We All Stand Together

Win or lose, sink or swim
Vencendo ou perdendo, afundando ou nadando
One thing is certain we'll never give in
Uma coisa é certa, nunca vamos desistir
Side by side, hand in hand
Lado a lado, de mãos dadas
We all stand together
Vamos todos ficar juntos

Play the game, fight the fight
Jogando o jogo, combatendo o combate
But what's the point on a beautiful night?
Mas o que é importante numa noite linda?
Arm in arm, hand in hand
Braço a braço, de mãos dadas
We all stand together
Vamos todos ficar juntos

Lala......
Keeping us warm in the night
Mantendo-nos aquecidos à noite

Lala...
Walk in the night, you'll get it right
Caminhem pela noite, vocês vão conseguir



(fonte e tradução: www.letras.terra.com.br)
(fonte imagem: www.vip-files.net)


sexta-feira, 4 de março de 2011

Assim Mesmo



"Muitas vezes as pessoas
são egocêntricas, ilógicas e insensatas.
Perdoe-as assim mesmo.

Se você é gentil,
as pessoas podem acusá-lo de interesseiro.
Seja gentil assim mesmo.

Se você é um vencedor,
terá alguns falsos amigos e alguns inimigos verdadeiros.
Vença assim mesmo.

Se você é honesto e franco,
as pessoas podem enganá-lo.
Seja honesto e franco assim mesmo.

O que você levou anos para construir,
alguém pode destruir de uma hora para outra.
Construa assim mesmo.

Se você tem paz e é feliz,
as pessoas podem sentir inveja.
Seja feliz assim mesmo.

O bem que você faz hoje,
pode ser esquecido amanhã.
Faça o bem assim mesmo.

Dê ao mundo o melhor de você,
mas isso pode não ser o bastante.
Dê o melhor de você assim mesmo.

Veja você que, no final das contas,
é tudo entre você e Deus.
Nunca foi entre você e os outros.”


Madre Tereza de Calcutá


(fonte do texto: www.br.answers.yahoo.com)
(fonte da imagem: www.julimarmurat.blogspot.com)

domingo, 29 de agosto de 2010

Caminho Espiritual



O amadurecimento no caminho espiritual cria para nós milhares de possibilidades. Toda magia e encantamento das dez mil coisas que surgem diante de nós ganha vida de uma maneira nova. Nossos pensamentos e sentimentos se abrem como uma paleta em expansão. Experimentamos mais profundamente tanto a beleza quanto o sofrimento da vida; podemos ver com novos olhos e ouvir toda a grande canção da vida.

(...) Todas as grandes religiões são apenas conjuntos de palavras e conceitos, cortinas puxadas sobre o grande mistério da vida. Elas são os caminhos que grupos de seres humanos iguais a nós encontraram para interpretar, compreender e se sentir seguros diante da indescritível, impenetrável e sempre mutável canção da vida.

Como honramos esse mistério? A partir de uma perspectiva desperta, a vida é um jogo de padrões, os padrões das árvores, o movimento das estrelas, o padrão das estações e os padrões da vida humana em todas as suas formas. Cada um desses padrões poderia ser chamado de uma canção ou de uma história. (...) Esses padrões básicos, essas histórias, os arquétipos universais através dos quais toda vida surge, podem ser vistos e ouvidos quando estamos serenos, atentos e despertos.

À medida que a nossa visão se abre, podemos fazer indagações extraordinárias. Quais os padrões e histórias que nos foram reservados nesta vida? Qual a forma "individual" que assumimos desta vez? Quais os mitos e histórias que herdamos e quais histórias continuamos acompanhando em face do mistério?

(...) As circunstâncias da nossa vida nos levam a certos temas, a certas tarefas a cumprir, a dificuldades que precisamos enfrentar e a lições que temos de aprender. Convertemos isso tudo na nossa história, na nossa canção. À medida que ouvimos profundamente, podemos escutar qual parte escolhemos, como criamos nossa identidade diante do mistério. Contudo, precisamos perguntar: "É isso que eu sou?"

A prática espiritual é revolucionária. Ela permite que saiamos da nossa identidade pessoal, da nossa cultura e religião, para experimentar mais diretamente o grande mistério, a grande música da vida.

(...) Aqui à nossa volta está sempre o mistério. Essa grande canção tem a alegria e a tristeza como sua urdidura e textura. Entre as montanhas e os vales do nascimento e da morte, encontramos todas as vozes e todas as possibilidades. A prática espiritual não nos pede para colocarmos mais crenças em cima de nossa vida. No seu cerne, ela nos pede para despertar, para enfrentar a vida diretamente.

(...) Veremos como isso pode ser difícil. Encontraremos todas as histórias de dor e medo, o sentimento contraído do eu que se retrai diante das inevitáveis adversidades e sofrimentos da vida. Sentiremos o vazio e a perda na impermanência de nós mesmos e de todas as coisas. Durante um certo tempo da prática, toda a criação talvez pareça ser uma história limitada e dolorosa, na qual a vida é impermanente, cheia de sofrimentos e difícil de suportar. Talvez ansiemos por afastar-nos de suas dores e reveses. Mas essas perspectivas são apenas a primeira parte do nosso despertar.

A segunda parte da grande história do despertar não se refere à perda ou à dor, mas ao encontro da harmonia da nossa própria canção dentro da grande canção. Podemos encontrar paz e liberdade diante do mistério da vida. (...) No processo de transformação, surge uma abundância de novas formas, de novos nascimentos, de novas possibilidades, de novas expressões de arte, de música e milhões de formas de vida. É somente porque tudo está mudando que essa generosa e ilimitada criatividade existe.

O tesouro oculto nos sofrimentos, nas tristezas e dores do mundo é a própria compaixão. A compaixão é a resposta da vida ao sofrimento. Compartilhamos a beleza da vida e o oceano das lágrimas. O sofrimento da vida é parte do coração de cada um de nós, e parte daquilo que nos liga uns aos outros. Ele traz consigo a sua ternura, a misericórdia e uma bondade universal que pode tocar todos os seres.

(...)A prática espiritual oferece a possibilidade de descobrirmos a maior de todas as histórias: de que somos tudo e nada. É possível perceber que todas as coisas estão interligadas na criatividade e na compaixão. (...) Todas as coisas são uma parte de nós mesmos e, ainda assim, de algum modo não somos nenhuma delas e estamos além delas.

Quando escreveu esta simples prece, "Ensinai-nos a querer e a não querer", T. S. Eliot captou a possibilidade de valorizar a preciosidade de cada momento sabendo, ao mesmo tempo, que cada momento logo se dissolveria na grande canção. Podemos conservar cada florescer da vida com um coração aberto e sem apego; podemos honrar cada uma das notas da grande canção destinada a surgir e a passar com todas as coisas.

(...) O coração desperto pode responder à pergunta (...): "Quem pode desemaranhar o emaranhado deste mundo?" Descobrimos um milagre: todas as criações da mente e do coração podem ser transformadas. (...) A descoberta do nosso coração compassivo pode desenredar o nosso sofrimento; o despertar dos olhos da sabedoria pode desenredar a nossa ilusão.

(...) Os sofrimentos criados pela mente podem ser desenredados. Podemos libertá-los e nos abrir àquela grande canção que está além de todas as histórias, ao dharma, que é atemporal. Podemos mover-nos através da vida realizando a nossa parte e, ainda assim, ser livres em meio à vida. Quando as histórias da nossa vida não nos prendem mais, descobrimos algo maior dentro delas. Descobrimos que dentro das próprias limitações da forma (...) está a liberdade e a harmonia que buscamos por tanto tempo. Nossa vida individual é uma expressão do mistério como um todo, e nela podemos repousar no centro do movimento, o centro de todos os mundos.


(fonte: Jack Kornfield. Um caminho com o coração. Tradução de Merle Scoss e Melania Scoss. São Paulo, Cultrix, 1999, p. 292-299)

domingo, 11 de abril de 2010

Busca Vida



Busca vida

Vou sair pra ver o céu
Vou me perder entre as estrelas
Ver da onde nasce o sol
Como se guiam os cometas pelo espaço
E os meus passos, nunca mais serão iguais
Se for mais veloz que a luz
Então escapo da tristeza
Deixo toda dor pra trás,
Perdida num planeta abandonado no espaço
E volto sem olhar pra trás
No escuro do céu
mais longe que o sol
Perdido num planeta abandonado
No espaço...
Ele ganhou dinheiro
Ele assinou contratos
E comprou um terno
Trocou o carro
E desaprendeu a caminhar no céu
E foi o princípio do fim
Se for mais veloz que a luz
Então escapo da tristeza
Deixo toda dor pra trás,
Perdida num planeta abandonado no espaço
E volto sem olhar pra trás...

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

O Final da Jornada


E o final de toda nossa exploração será chegar onde começamos ... e conhecer o lugar pela primeira vez.

"We shall not cease from exploration and the end of all our exploring will be to arrive where we started... and know the place for the first time."
T.S. Eliot

(fonte: http://quotationsbook.com/quote/13496)
(fonte da imagem: http://www.arscientia.com.br)

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Canal Aberto



Há uma vitalidade, uma energia, uma inspiração que é traduzida em ação através de você. E como em todos os tempos só existe uma única pessoa como você, esta expressão é única. E se você a bloquear, ela nunca existirá através de mais ninguém e se perderá. O mundo nunca a terá.

Não é sua tarefa determinar o quanto ela é boa, nem o quanto ela é valiosa; nem ficar comparando-a com outras expressões. A sua tarefa é mantê-la sua, clara e diretamente; é manter o seu canal aberto.

Você não precisa sequer acreditar em você mesmo ou em seu trabalho. Você precisa se manter diretamente aberto e consciente dos impulsos que são motivação para você.

Mantenha o canal aberto...

Nenhum artista fica satisfeito...

Não há qualquer satisfação em momento algum. Há apenas um descontentamento estranho, divino; uma abençoada inquietação que nos faz caminhar e nos deixa mais vivos do que os outros.

There is a vitality, a life force, a quickening that is translated through you into action, and because there is only one of you in all time, this expression is unique. If you block it, it will never exist through any other medium and be lost. The world will not have it. It is not your business to determine how good it is, nor how valuable it is; nor how it compares with other expressions. It is your business to keep it yours, clearly and directly, to keep the channel open.

You do not even have to believe in yourself or your work. You have to keep open and aware directly to the urges that motivate you. Keep the channel open...No artist is pleased...There is no satisfaction whatever at any time. There is only a queer, divine dissatisfaction, a blessed unrest that keeps us marching and makes us more alive than the others.

--Martha Graham to Agnes DeMille

(fonte: www.wail.com/wail-inspiration; tradução de Flávia Furquim)
(fonte da imagem: google images/marta graham)

quinta-feira, 16 de abril de 2009

O Amor



A verdadeira medida do valor de um homem é sua capacidade de se harmonizar consigo mesmo e com o mundo que ele está permanentemente ajudando a criar. (...) O amor é o único atributo que faz a humanidade atingir a igualdade.
(...)
Se alguém passar a vida toda aprendendo, faria bem em aprender a amar, pois somente quando percebe que o amor é a razão da vida é que o homem começa a sentir harmonia dentro de si.

Assim, seja o que for que procure, ele sempre descobrirá que a capacidade de amar é o que faz a sua jornada pela vida valer a pena.
(...)
Quando o homem consegue amar a vida com todo o seu ser, começa a tornar-se cônscio de uma presença maravilhosamente sincera dentro de si, que sempre lhe revela a verdade sobre seus sentimentos.
(...)
É muito freqüente as pessoas questionarem sua aceitação em termos dos sentimentos dos outros, e fazerem disso o critério de validade de sua vida. Entretanto, dessa forma estão tentando agarrar-se à circunferência de um círculo, sem conhecer seu centro. As pessoas, inconscientemente, tendem a exigir o amor íntimo do outro sem perceber que só podem ser amadas quando, primeiro, são capazes de amar a Deus. É dessa capacidade que vem a razão individual para amar a si mesmo, a tudo o que faz na vida e às pessoas e às circunstâncias que ela tem a sorte de encontrar pelo caminho.
(...)
No mundo moderno, tendemos a pensar em realização e amor como dois caminhos nitidamente separados. Entretanto, não há realização duradoura sem amor. Esta sempre foi a maior verdade do universo para todos os que percebem o seu tremendo poder. Os grandes homens e mulheres tornam-se grandes porque gostam do que fazem.
(...)
Entretanto, um grande homem nunca conhece de fato a própria grandeza. Ao contrário, sente apenas o amor que o incita a continuar pelo caminho que o leva constantemente a concretizar o que há de mais autêntico em sua alma.

Quando (...) o amor torna-se a essência fundamental da vida de uma pessoa, sua consciência assume uma simplicidade e uma honestidade que dão sentido à sua personalidade e perspectiva à sua visão, para que ela saiba que tudo o que pensa e faz, tudo que sente e, na verdade, a própria razão da sua existência consiste em viver a lei natural da harmonia que, a cada momento, é o seu guia - e o guia do universo em vive.(...)

(fonte: Martin Schulman. Vênus: a dádiva do amor. Tradução de Carmen Youssef. São Paulo, Pensamento, 1992,p. 114-117)
(fonte da imagem:www.flickr.com/galeria de Felipe Paim)

domingo, 29 de março de 2009

É Preciso Saber Viver




É preciso saber viver

Quem espera que a vida
Seja feita de ilusão
Pode até ficar maluco
Ou morrer na solidão
É preciso ter cuidado
Pra mais tarde não sofrer
É preciso saber viver

Toda pedra do caminho
Você pode retirar
Numa flor que tem espinhos
Você pode se arranhar
Se o bem e o mal existem
Você pode escolher
É preciso saber viver

É preciso saber viver
É preciso saber viver
É preciso saber viver
Saber viver, saber viver!

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Feliz 2009




FELIZ 2009!!!







Day by day
Cada dia
Day by day
Cada dia
Oh Dear Lord
Oh Senhor
Three things I pray
Três coisas eu peço
To see thee more clearly
Ver-te mais claramente
Love thee more dearly
Amar-te mais profundamente
Follow thee more nearly
Seguir-te mais de perto
Day by day
Cada dia

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Mudar o Mundo



(...) é muito fácil mudar o mundo. Basta mudar uma única mente: a sua

John Cage

(fonte: mensagem de Natal de 2007 - Site do Museu da UFRGS)

(fonte da imagem: www.flickr/galeria de Henrique Oliver)

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Aprendizado


Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.

Cora Coralina

(fonte: www.pensador.info)

***
Somos todos professores e aquilo que ensinamos é o que precisamos aprender, de modo que o ensinamos insistentemente, até que o aprendamos.
(Um princípio de A Course in Miracles)

(fonte: O Livro de Runas. Comentários de Ralph Blum. Tradução de Luísa Ibañez. Rio de Janeiro, Bertrand Brasil, 1991. 5 ed. p. 143)
(fonte da imagem: www.flickr.com/galeria de Maria Eugênia Guimarães)

domingo, 9 de novembro de 2008

Negatividade


Um dos maiores problemas que enfrentamos - no mundo e também dentro de nós - é a negatividade. Quer venha de atitudes, de pensamentos ou de ações, ela consegue facilmente permear toda a concepção que fazemos de nós mesmos, bem como nossa perspectiva de vida. A negatividade se origina do descontentamento. Muitas vezes, procuramos a origem desse descontentamento no lugar errado, seguindo muitas possibilidades tangenciais, sem jamais entender verdadeiramente a essência dessa condição negativa. O karma impessoal do universo tanto pode ser positivo como negativo. Entretanto, se estamos vivendo fora [de nós mesmos]e identificando-nos com todo o karma impessoal que sentimos no universo, uma sensação de insignificância pessoal começa a tomar forma na estrutura da identidade. Sentimo-nos incapazes de manifestar a qualidade e a quantidade de tudo o que flui através de nós. Esta é a principal causa da negatividade e, na realidade, ela aumenta a negatividade do mundo.

Se você tem uma sensação de insignificância com relação à estrutura da sua identidade (...) você questiona o que o mundo está lhe fazendo. Na verdade, você está tentando (...) acompanhar tudo o que sente no ambiente externo. Entretanto, isto é impossível, porque a quantidade de informações, pensamentos, sentimentos e experiências existentes no karma impessoal sempre excederá sua capacidade de absorção. Faça o que fizer, você sempre terá a sensação de estar, de certa forma, perdendo uma corrida imaginária com o mundo, que progride e se expande mais depressa do que você. O descontentamento daí resultante acarreta um estilo de vida construído sobre uma identificação com a frustração, ou sobre um sentido geral negativo do próprio valor. Para superar a negatividade é preciso que o senso de identidade emane do ser interior. Dessa forma, tudo o que você faz na vida advém do potencial que a sua alma está incitando à ação através da personalidade. Como resultado, você não estará competindo com as influências externas e sim alegremente engajado na concretização de suas possibilidades. Desse ponto de vista, a interrogação aterradora em relação ao ambiente exterior, em vez de conduzir à negatividade, ajudará você a expressar-se positivamente.



(fonte: Martin Schulman. O Ascendente: sua porta kármica. Tradução de Carmen Youssef. São Paulo, Pensamento, p. 38-9)
(fonte da imagem: www.flickr.com/galeria de hiedra)

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Caminhando


"... mas posso dizer, das quedas que eu tive, não foram derrotas: eu caí quando estive a subir!"

(fonte: canção da minha infância cujo autor desconheço)
(fonte da imagem: www.flickr.com/Andre Adeodato/Mendes Jr.)
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